sábado, janeiro 22, 2011




A HISTÓRIA DO BURRINHO

A senhora não sabe a história do burrinho?
Quer que eu lhe conte a história do burrinho?
Então vou contar:
Olhe…

Era uma vez um burrinho,
Que num prado mui mansinho
Pastava com mansidão
E ao pé dele descansava o seu dono que mostrava
Ser feliz como os que são.

Mas eis que um estranho ruído
Chega dos dois ao ouvido
E põem-se o dono a perguntar:
“Ouviste ou foi ilusão?
São ladrões olha que são
E que te vão levar consigo.”

Volta o burro o doce olhar
Ainda a roer devagar
E diz para o dono que o guarda:
“ E se um ladrão me levar acaso terei que usar em cima desta outra albarda?”
“ Isso não”, responde o dono.
“ Ainda que ladrões te tomem e com ladrões tu te vás
Essa ideia tola afasta
Porque uma albarda te basta e outra não terás”.

Então, disse-lhe o burrinho:
“ Então fuja você porque o perigo certo é.
Eu por mim fico a pastar.
Se esta albarda que me assenta não diminui nem aumenta,
De que me serve abalar?”

Ensinava este burrinho
A quem se mostra tolinho
E tratos a vida dá
Que é tolice fadigar-se
E em longos passos cansar-se para ficar onde está.

Por isso digo eu: seja pequeno ou grande o meu voto ninguém merece
Porque depois do meu voto dado
O dono do voto cresce
E depois está lá em cima, olha abaixo e não conhece.”

(excerto retirado do filme VEREDAS)

sábado, dezembro 18, 2010

Sacuntala de Miranda: combatente pela justiça social e pela liberdade



Sacuntala de Miranda, filha de Lúcio de Miranda e de Fédora de Miranda, nasceu em Ponta Delgada, em 1934, e faleceu em Lisboa a 30 de Janeiro de 2008, precisamente 60 anos após a morte de Gandhi, cujo pensamento terá exercido, quer sobre ela, quer sobre o seu pai, uma forte influência.

O Dr. Lúcio de Miranda que foi professor no Liceu Antero de Quental foi um democrata, que chegou a ser coadjuvante do reitor Dr. João Anglin, tendo sido forçado a exilar-se em Londres, onde acabou por falecer, em 1962.

Fédora de Miranda, por seu turno, foi dirigente da Sociedade Micaelense Protectora dos Animais e opositora ao regime de Salazar, tendo, ao regressar aos Açores, em 1964, para assistir à morte de sua mãe, sido presa no aeroporto de Santa Maria.

Sacuntala de Miranda foi com 18 anos incompletos para Lisboa estudar e aí é que tomou consciência do que era a ditadura salazarista, tendo-se filiado no MUD Juvenil, em 1952, e sido presa pela PIDE pouco tempo depois.

No ano de 1958, foi membro da candidatura do General Humberto Delgado, tendo sido responsável pela distribuição de boletins de voto em várias localidades de Portugal, não se tendo esquecido de São Miguel.

Após a sua formação na Faculdade de Letras de Lisboa, não foi autorizada a trabalhar em qualquer estabelecimento de ensino público, tendo-se exilado na Argélia e no Reino Unido. Em Londres, para além de ter prosseguido os seus estudos, licenciando-se em Sociologia, manteve a sua luta em prol de uma maior justiça social, nomeadamente através da sua participação no apoio aos movimentos de libertação africanos e no apoio à luta sindical dos emigrantes portugueses.

Sacuntala de Miranda fez parte do MAR- Movimento de Acção Revolucionária, fundado em 1962. Este movimento era crítico da visão pacifista do PCP e oponha-se aos socialistas moderados da ASP- Acção Socialista Portuguesa, organização que esteve na origem do actual Partido Socialista.

De entre os vários livros e estudos da sua autoria, recomendamos, a todos, a leitura do seu último livro, intitulado “Memórias de um peão nos combates pela liberdade”, onde Sacuntala relata a sua luta contra a ditadura.

São Miguel, 18 de Dezembro de 2010

T. B.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Touro morre em Tourada à Corda em São Jorge

terça-feira, novembro 30, 2010

Terra Livre nº 27

quarta-feira, novembro 24, 2010


Hoje, não coloco nada neste blogue. Estou em greve.
Até amanhã.

TB

segunda-feira, novembro 15, 2010

SDPA apela à Greve Geral o pode já entrou em greve de zelo

O SDPA associa-se à greve do próximo dia 24 de Novembro e exorta todos os docentes nos Açores a manifestarem o seu mais vivo repúdio não somente pelo conjunto de medidas que o Governo da República visa implementar em 2011, mas também pela desconsideração de que têm sido alvo pela SREF. Não é só uma greve por razões nacionais, também é uma greve por motivos regionais. A SREF tem de pagar, de imediato, o que deve aos docentes dos Açores e retomar, com a boa-fé que se lhe exige por lei, à mesa das negociações para que seja devida e justamente alterado o Estatuto da Carreira Docente regional.

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores repudia veementemente as medidas que o Governo da República pretende implementar à pala da necessidade da redução do défice orçamental. Estas medidas constituem um violento ataque à administração pública e lesam gravemente os trabalhadores portugueses, porquanto impõem uma diminuição dos rendimentos e um aumento das despesas precisamente àqueles que, honestamente, com o seu trabalho e os seus impostos, contribuem para o desenvolvimento deste país.

O SDPA considera inadmissível que, uma vez mais, sejam os funcionários públicos os mais lesados pelas políticas económico-fiscais a que são totalmente alheios, através de medidas que se traduzem na redução do seu vencimento líquido, nomeadamente o aumento dos seus impostos e da comparticipação para a Caixa Geral de Aposentações, e a diminuição da sua remuneração base. Paralelamente, a administração pública verá reduzidas as comparticipações da ADSE, congeladas as progressões e as admissões, o que se traduzirá num aumento da precariedade laboral no nosso país.

E como se tal não bastasse, será também agravada a situação financeira das famílias portuguesas com o aumento do IVA, com a diminuição das deduções fiscais, nomeadamente as despesas com a saúde e a educação, com o congelamento das pensões, com o aumento da taxa de IRS e com a diminuição das prestações do abono de família.

Os trabalhadores portugueses não podem ser responsabilizados pela má gestão dos sucessivos governos, nem a administração pública pode ser continuamente o alvo para a resolução da crise nacional.

Mas os docentes dos Açores têm razões acrescidas para aderirem à greve do dia 24 de Novembro.

Tal como o SDPA denunciou, encontram-se em atraso mais de uma centena de actualizações de vencimentos relativas aos docentes que ingressaram na carreira no passado dia 1 de Setembro, bem como aos que progrediram recentemente. Estes docentes, que se encontram indevidamente a receber abaixo do vencimento a que têm direito, não têm qualquer garantia de quando receberão de acordo com a sua tabela salarial, nem tão-pouco que tal ocorrerá ainda neste ano civil. Se assim não for, correm o sério risco de serem duplamente penalizados, se tais pagamentos forem sujeitos às medidas de redução dos vencimentos e do aumento dos impostos e das comparticipações para a CGA que o Governo da República pretende aplicar à função pública em 2011.

Mas o desrespeito da SREF vai mais longe – está expresso no completo incumprimento de todos os prazos negociais relativos à alteração da estrutura da carreira docente. A SREF tem vindo a adiar, sucessivamente, o processo negocial que visa equiparar o topo da carreira docente, nos Açores, ao topo da carreira técnica superior da administração pública. Já a 30 de Setembro de 2009, o SDPA tinha exigido a revisão da estrutura da carreira docente regional, à semelhança do que acontecera no Continente, mas a SREF tem-se esquivado a tal negociação, incumprindo com o calendário a que se comprometeu com este Sindicato, não nos fazendo chegar, até à presente data, qualquer contra-proposta à apreciação que o SDPA lhe apresentou no passado dia 29 de Setembro, e que deveria ter sido apresentada, no final do passado mês de Outubro.

Na ronda de plenários que o SDPA realizou, no passado mês, em todas as ilhas dos Açores, os professores e os educadores foram unânimes – há que rever, com urgência o Estatuto da Carreira Docente para a RAA – e exigem:
- Uma carreira sem discriminações, com a duração máxima de 34 anos;
- A redução da componente lectiva para todos os ciclos e níveis de ensino, por idade e tempo de serviço;
- O aumento das remunerações dos contratados;
- O direito ao usufruto do Estatuto do Trabalhador- Estudante;
- A licença para amamentação sem limitações na componente lectiva;
- A desburocratização da avaliação do desempenho.

Os professores e os educadores dos Açores encontram-se a ser vilipendiados pela detentora da pasta da Educação, na Região, e exigem o imediato retomar do processo negocial que lhes é de direito.

Está na hora de dizermos BASTA a estas políticas que desprestigiam, desconsideram e violentam a acção dos docentes da Região. Está na hora de, unidos, fazermos soar bem alto a voz daqueles que são os pilares na construção da Educação nos Açores.

Por estes motivos, o SDPA associa-se à greve do próximo dia 24 de Novembro e exorta todos os docentes nos Açores a manifestarem o seu mais vivo repúdio não somente pelo conjunto de medidas que o Governo da República visa implementar em 2011, mas também pela desconsideração de que têm sido alvo pela SREF. Não é só uma greve por razões nacionais, também é uma greve por motivos regionais. A SREF tem de pagar, de imediato, o que deve aos docentes dos Açores e retomar, com a boa-fé que se lhe exige por lei, à mesa das negociações para que seja devida e justamente alterado o Estatuto da Carreira Docente regional.


A Direcção, 15-11-2010

sábado, outubro 23, 2010

Touradas Património da Humanidade?

A TWO-HOUR KILLING (français)
Carregado por jeromelescure. - Ver outros videos animais


A Câmara de Angra do Heroísmo, nos Açores, já apresentou o pedido de classificação da Festa Brava da Terceira como Património Imaterial da Humanidade, revelou hoje Andreia Cardoso, presidente da autarquia.
Destak/Lusa | destak@destak.pt

A autarca, que falava na sessão de abertura do IX Congresso Mundial de Ganaderos de Toiros de Lide, a decorrer na Terceira, anunciou que está a decorrer o processo que visa a classificação da 'Festa Brava' desta ilha açoriana.
“Ao longo de 476 anos de história, estamos inquestionavelmente ligados aos toiros”, afirmou a presidente da Câmara, frisando que a festa taurina na Terceira “é um fenómeno”.
Nesse sentido, considerou que este congresso é “um momento importante para Angra do Heroísmo, para os Açores e para Portugal”, não só pelas questões que serão abordadas ao longo de três dias, mas também “como reforço da dinamização do turismo de congressos”.
Na mesa-redonda que se seguiu à sessão de abertura, onde foi analisada a situação económica das ganadarias, estiveram em discussão questões como a rentabilidade da ganadaria de lide, o papel das ganadarias no contexto económico da festa brava e a incidência de fatores políticos, administrativos e reguladores.
O presidente da Asociación de Ganaderías de Lidia, Eduardo Martín-Peñato, em Espanha, defendeu ser necessário “aumentar os rendimentos da participação dos criadores na economia geral da atividade taurina”, que representa em Espanha dois por cento do Produto Interno Bruto (PIB) e movimenta anualmente cerca de 2500 milhões de euros.
Segundo Martin-Peñato, o rendimento anual dos ganadeiros espanhóis é na ordem dos 87 milhões, o que “não acontece em nenhum outro sector da economia”.
Em Portugal, o cenário das ganadarias “é pouco agradável” do ponto de vista económico, defendeu António Veiga Teixeira, salientando que "as ganadarias têm um peso económico quase nulo” e estão “incapazes de se defender devido a individualismos divergentes”.
Este ganadeiro português defendeu a necessidade de melhorar a qualidade dos espetáculos, que “não atraem patrocinadores nem geram lucros”.
António Veiga Teixeira considerou ainda que os espetáculos em Portugal não têm capacidade para se autopromoverem, “nem mesmo através da publicidade”, que considerou ser "inadequada" e “à moda do século XIX”.
Para inverter este quadro, apelou a uma maior dinamização e organização interna das ganadarias e associações, salientando que “existem perspetivas da divisão no mundo ganadeiro em dois grupos”.
Um seria o grupo dos “ganadeiros de sucesso”, que envolveria “empresários e toureiros” com uma série de interesses “externos à aficion”, enquanto o segundo incluiria “95 por cento das ganadarias portuguesas” e é um grupo que “pode perder dinheiro porque o único lucro que extraem é através das corridas e faenas”.

http://www.destak.pt/artigo/78200-festa-brava-da-terceira-candidata-a-patrimonio-imaterial-da-humanidade

quarta-feira, outubro 13, 2010


Rifão de Fernão Tanoeiro

Estou a lembrar-me agora
da história que me contava
um tio antigo
dizia ele nessa altura
olha sobrinho
meu amigo
entre a ratazana
e o cagalhão
há apenas
um intervalo sacana
é o primeiro-ministro
da nação

obrigado tio
está confirmada
a sua opinião.

Mário-Henrique Leiria, Novos Contos do Gin, Editorial Estampa, 2ª edição, Lisboa, 1978

Para saber mais:

http://www.google.com/imgres?imgurl=http://www.vidaslusofonas.pt/mario_h_leiria3.jpg&imgrefurl=http://www.vidaslusofonas.pt/mario_h_leiria.htm&usg=__SKIMMdFW-63RgjJa7JYb8YPz-bc=&h=286&w=207&sz=15&hl=pt-pt&start=11&sig2=t4uhjqOOSN-ILbEU6iFhOA&zoom=1&um=1&itbs=1&tbnid=bwht3red4txWlM:&tbnh=115&tbnw=83&prev=/images%3Fq%3DM%25C3%25A1rio%2BHenrique%2BLeiria%26um%3D1%26hl%3Dpt-pt%26client%3Dgmail%26rls%3Dgm%26tbs%3Disch:1&ei=rAe2TMXGIMyN4gaXtcSgDQ

domingo, outubro 10, 2010

Galinho da Madeira

segunda-feira, outubro 04, 2010

5 de Outubro - Homenagem a Alice Moderno


Uma vez que o dia 4 de Outubro é um dia útil, o Grupo pelo Bem Estar Animal dos Amigos dos Açores organizará no dia 5 de Outubro (feriado) pelas 10 horas uma visita ao Hospital Veterinário Alice Moderno, em Ponta Delgada, sito no campus do serviço de desenvolvimento agrário de São Gonçalo, para a qual se convidam todos os interessados a comparecer pelas 9h30 na entrada deste campus, junto ao Laboratório
Rregional de Engenharia Civil e entrada Norte da Universidade dos Açores.

Neste local pretende-se constatar os objectivos e missão deste Hospital Veterinário, bem como prestar uma pequena homenagem à mulher interventiva, poetisa e defensora dos animais que foi Alice Moderno.

sábado, outubro 02, 2010

Infoteca "Alice Moderno"


Este site tem por objectivo apoiar todos os amigos dos animais na sua luta por uma sociedade onde todos sejam respeitados, através da disponibilização de documentação diversa. É também uma homenagem à pioneira da defesa dos animais, nos Açores, Alice Moderno.

De entre as suas "estantes", destacamos as seguintes: Legislação (nacional e regional e autárquico), estudos (Ciências Naturais e Sociais), História, Materiais de Sensibilização, Maus Tratos., Politica(os) e touradas, etc.

A infoteca pode ser consultado aqui: https://sites.google.com/site/infotecaalicemoderno/


Boa consulta

sexta-feira, setembro 17, 2010

Por uma Nova Lei de Protecção dos Animais


ANIMAL avança com Iniciativa Legislativa de Cidadãos
” Por uma Nova Lei de Protecção dos Animais em Portugal”



Conheça as principais medidas que este Documento prevê

. Criminalização dos Maus-Tratos a Animais
. Proibição dos Rodeios
. Alteração do Estatuto Jurídico dos Animais
. Proibição das Touradas
. Proibição do Uso de Animais em Circos


Saiba o que pode fazer

Por favor imprima a petição que apoia esta campanha e recolha as assinaturas que puder (são precisas 35 mil)
Por favor imprima a declaração simbólica e recolha as assinaturas que puder (o máximo que conseguirmos)


Imprima a Petição – aqui


Imprima a Declaração Simbólica aqui

Leia o Documento na íntegra aqui


(Se desejar fazer download directo dos documentos, por favor clique com o botão direito do rato sobre o respectivo link, e escolha a opção "Guardar link como...".)

Fonte: http://www.animal.org.pt/animal_campanha17set.html

quinta-feira, setembro 16, 2010

Vamos à Luta


Manifesto

Não nos calaremos!
Não fomos nós quem fez esta crise.
Há outras soluções.

Vamos quebrar o silêncio sobre as injustiças e as mentiras da crise.


Desemprego acima de 10%, precarização generalizada, cortes em todos os apoios sociais e nos serviços públicos, ataque ao subsídio de desemprego, aumento da pobreza...Pode-se viver assim? Como aceitar sempre mais sacrifícios para vivermos sempre pior? Como chegámos aqui?

Os banqueiros e os especuladores jogaram com o nosso dinheiro: crédito fácil, especulação imobiliária, fraudes de gestão. Quando ficaram a descoberto, em 2008, não gastaram nada de seu. Chamaram os Estados e, dos nossos impostos, receberam tudo quanto exigiram. Então deram o golpe: com o dinheiro recebido a juros baixos, compraram títulos da dívida pública, a dívida do mesmo Estado que os salvou. Agora, o Estado, para pagar os altíssimos juros dos títulos da sua dívida, vai buscar dinheiro aos bolsos de quem trabalha: mais impostos, menos salário, cortes de todo o tipo, privatizações...

Estamos perante uma gigantesca transferência de riqueza dos mais pobres para os mais ricos. Dentro de cada país. E dos países mais pobres da Europa para os países mais ricos - numa Europa submissa e agachada defronte dos mercados especuladores. Duas palavras enchem os nossos dias: "dificuldades" e "sacrifícios". São palavras para nos silenciar. Pois não nos calaremos. Não fomos nós, trabalhadores de toda a Europa, quem fez esta crise. Quem a fez foi quem nunca passa por "dificuldades" e recusa sempre quaisquer "sacrifícios". Foram os especuladores que nada produzem, os bancos que não pagam os impostos que devem, as fortunas imensas que não contribuem. Para eles, a crise é um novo e imenso negócio.

Agora que a desesperança se espalha, que a pobreza alastra e que o futuro se fecha, trazemos à rua o combate de uma solidariedade comprometida com os desfavorecidos. Há alternativas ao empobrecimento brutal da maioria da população. O projecto de um Portugal e de uma Europa num mundo que cresça com justiça social e prioridade aos mais pobres. Que defendam o emprego digno, os serviços públicos e os apoios essenciais para garantir o respeito por cada pessoa. Essa é a verdadeira dívida que está por pagar.

Vindos de muitas ideias e de muitas experiências, juntamo-nos pela igualdade e contra as injustiças da crise. Conhecemos as dificuldades verdadeiras de quem está a pagar a factura de uma economia desgovernada.

Não aceitamos a cumplicidade financeira da Comissão Europeia e do BCE no sofrimento e na miséria de milhões, não nos conformamos com um país que se abandona à pobreza, com uma sociedade que aceita deixar os mais fracos para trás.


Uma sociedade civilizada não protege a ganância acima do cuidado humano, o cuidado de um por todos e de todos por um.

Vamos quebrar o silêncio sobre as injustiças e as mentiras da crise.
Vamos à luta.
Vamos!

ligação: http://vamos2010.blogspot.com/

sábado, agosto 21, 2010

Sorte de Varas

quarta-feira, agosto 18, 2010

Touradas? Não, Obrigado!

domingo, agosto 15, 2010

Fogo destrói a Ilha da Madeira

sábado, julho 31, 2010

Terra Livre nº 23

Boletim digital do colectivo CAES, do mês de Agosto, dedicado à causa animal.

sexta-feira, julho 09, 2010


BOAS FÉRIAS PARA SI E PARA OS SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Aproximam-se as férias de Verão e com elas, todos os anos, o aumento do abandono dos animais de estimação. Isto acontece porque ao adquirir um animal de estimação não se pensou devidamente que tal é um compromisso que se assume para o resto da vida do animal.
Para evitar o abandono de animais, que é uma forma desumana e cruel de os tratar, o GBEA- Grupo pelo Bem-estar Animal dos Amigos dos Açores apela para que, ao mesmo tempo que faça umas férias felizes, não as transforme em pesadelo para os seus animais de estimação.
Assim, se não puder levar o seu animal consigo, opte por uma (haverá outras) das seguintes soluções para o seu tratamento:
- Peça a ajuda aos seus familiares ou amigos;
- Solicite os serviços de particulares ou de empresas que prestam apoio ao domicílio;
- Recorra aos serviços de hotéis para animais ou a clínicas veterinárias que ficam com os animais durante as ausências dos seus donos.

Açores, 9 de Julho de 2010

sexta-feira, junho 11, 2010

História da Água Engarrafada