sexta-feira, maio 25, 2007


segunda-feira, maio 21, 2007


ESTATUTO NÃO SERVE
Avizinhando-se a apreciação do Estatuto da Carreira Docente para os Açores pela Assembleia Legislativa Regional, o SDPA está a promover o abaixo-assinado «Por uma avaliação digna», no sentido de evidenciar a discordância dos educadores e professores quanto ao sistema de avaliação do desempenho que o Secretário Regional da Educação tenta impor.

Quem diz que é pela rainha

Quem diz que é pela rainha
Nem precisa de mais nada
Embora seja ladrão
Pode roubar à vontade
Todos lhe apertam a mão
É homem de sociedade
Acima da pobre gente
Subiu quem tem bons padrinhos
De colarinhos gomados
Perfumando os ministérios
É dono dos homens sérios
Ninguém lhe vai aos costados

José Afonso

sábado, maio 19, 2007

Professor de Inglês suspenso de funções por ter comentado licenciatura de Sócrates

Mariana Oliveira
Público

Trabalhava há quase 20 anos na DREN. Em causa está um comentário jocoso sobre a polémica em volta da licenciatura do primeiro-ministro na Universidade Independente

Um professor de Inglês, que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter feito um comentário – que a directora regional, Margarida Moreira, apelida de insulto – à licenciatura do primeiro-ministro, José Sócrates.

A directora regional não precisa as circunstâncias do comentário, dizendo apenas que se tratou de um «insulto feito no interior da DREN, durante o horário de trabalho». Perante aquilo que considera uma situação «extremamente grave e inaceitável», Margarida Moreira instaurou um processo disciplinar ao professor Fernando Charrua e decretou a sua suspensão. «Os funcionários públicos, que prestam serviços públicos, têm de estar acima de muitas coisas. O sr. primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal», disse a directora regional, que evitou pormenores por o processo se encontrar em segredo disciplinar. Numa carta enviada a diversas escolas, Fernando Charrua agradece «a compreensão, simpatia e amizade» dos profissionais com quem lidou ao longo de 19 anos de serviço na DREN (interrompidos apenas por um mandato de deputado do PSD na Assembleia da República).

No texto, conta também o seu afastamento. «Transcreve-se um comentário jocoso feito por mim, dentro de um gabinete a um “colega” e retirado do anedotário nacional do caso Sócrates/Independente, pinta­‑se, maldosamente de insulto, leva-se à directora regional de Educação do Norte, bloqueia­‑se devidamente o computador pessoal do serviço e, em fogo vivo, e a seco, surge o resultado: “Suspendo-o preventivamente, instauro­‑lhe processo disciplinar, participo ao Ministério Público”», escreve.

A directora confirma o despacho, mas insiste no insulto. «Uma coisa é um comentário ou uma anedota, outra coisa é um insulto», sustenta Margarida Moreira. Sobre a adequação da suspensão, a directora regional diz que se justificou por «poder haver perturbação do funcionamento do serviço». «Não tomei a decisão de ânimo leve, foi ponderada», sublinha. E garante: «O inquérito será justo, não aceitarei pressões de ninguém. Se o professor estiver inocente e tiver que ser ressarcido, será.»

Neste momento, Fernando Charrua já não está suspenso. Depois da interposição de uma providência cautelar para anular a suspensão preventiva e antes da decisão do tribunal, o ministério decidiu pôr fim à sua requisição na DREN. Como o professor, que trabalhava actualmente nos recursos humanos, já não se encontrava na instituição, a suspensão foi interrompida. O professor voltou assim à Escola Secundária Carolina Michäelis, no Porto. O Público tentou ontem contactá-lo, sem sucesso.

No entanto, na carta, o professor faz os seus comentários sobre a situação. «Se a moda pega, instigada que está a delação, poderemos ter, a breve trecho, uns milhares de docentes presos políticos e outros tantos de boca calada e de consciência aprisionada, a tentar ensinar aos nossos alunos os valores da democracia, da tolerância, do pluralismo, dos direitos, liberdade e garantias e de outras coisas que, de tão remotas, já nem sabemos o real significado, perante a prática que nos rodeia».

extraído de Informação Alternativa (http://infoalternativa.org/portugal/port163.htm)

quinta-feira, maio 17, 2007


XXXX XX XXX XXXXXX?


X XXXXXXXXXXX, XXXXXX XXXXXXX XX XXXX XX XXXXX, XXXXXX-XX XX XXXX XX XXXXXXXXX XXXXXXX, XXXXXXXXXX, XXXXXX XX XXXX, XXXX X XXXXXXXX...?





sábado, maio 12, 2007

XXXXXXXXXX XXXXXXXX XX XXXXX?

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

domingo, maio 06, 2007

BOA NOTÍCIA- O DESAPARECIMENTO DO LIMBO

Hoje, foram as más notícias dos resultados das eleições em França e na Madeira. No 25 de Abril foram os ataques aos anti-autoritários que se manifestavam. É o polvo a crescer, é a besta do fascismo a por as garras de fora.

Apenas uma boa notícia: o desaparecimento do limbo.

domingo, abril 15, 2007

A ministra Anarquista


Há pessoas que conhecemos num determinado meio ambiente, perdemos-lhe o rasto, não por intenção mas pelo rumo natural da vida, e acabamos por ouvir falar delas um montão de anos depois num contexto radicalmente distinto.Acontece com todos nós várias vezes ao longo da vida.A última vez que me aconteceu foi há dias com a leitura dum artigo de jornal acerca de “A ministra de quem os professores não gostam”.Já se percebeu que me refiro à actual ministra da educação.A Lurdes Rodrigues de há vinte e cinco anos atrás não tinha nada a ver com a Maria de Lurdes Rodrigues ministra da educação do governo eufemisticamente chamado de socialista.Ou será que tem? Ou será que tinha?A Lurdes Rodrigues de há vinte e cinco anos era militante anarquista da revista “A Ideia” à qual igualmente pertenci, até ao seu termo. Passou igualmente pelo jornal “A Batalha”. Não lhe conheço nenhum texto escrito com carácter teórico mas ela apresentava-se fundamentalmente como uma militante que está ali para ajudar a resolver questões de ordem prática. É uma das que integrou a equipa que pesquisou a documentação anarco-sindicalista do Arquivo Histórico Social depositado na Biblioteca Nacional. Os materiais constituindo o arquivo estiveram em poder do Centro de Estudos Libertários até 1980 provenientes de dádivas de vários militantes anarquistas. Todo este acervo único veio a ser doado à Biblioteca Nacional.
Saudações proudhonianas
Até breve Francisco Trindade

PS- Mais uma ao seu serviço e do engenheiro, pela Universidade Independente, que dá pelo nome de Sócrates.

terça-feira, março 27, 2007

EDP investe 10 M€ em projectos de eficiência energética

Por: Rita Paz

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/752954.htmlA A EDP apresentou hoje o seu programa de acção para a promoção da eficiência no consumo de energia, denominado ECO, que inclui 12 projectos dirigidos aos clientes residenciais, comerciais, de serviços e indústria.Ao todo, vão ser aplicados 10 milhões de euros (M€) neste projecto, dos quais dois M€ serão investidos directamente pela EDP, ao passo que o restante montante é decorrente do plano de promoção de eficiência no consumo (PPEC), promovido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).Do total da dotação financeira do PPEC, a EDP ganhou 81% do total dos projectos em curso, representativos de cerca de 8,1 milhões de euros. "Ganhámos 81% dos projectos que estavam no curso, o que significa que a nossa quota de ideias é maior do que a nossa quota de mercado", afirmou António Mexia, na conferência realizada hoje no Museu da Electricidade, com o tema 'Eficiência Energética'.Para este responsável "todos temos de nos constituir como embaixadores (...) esta é uma questão que diz respeito a cada um de nós".O programa ECO é um programa integrado de iniciativas que visa mobilizar e ajudar os consumidores na adaptação de comportamentos energeticamente mais eficientes, revelou Jorge Cruz Morais, membro do Conselho e responsável pela área comercial da EDP.Entre as novidades previstas está incluída a instalação de 32 000 conjuntos de lâmpadas mais eficientes e balastros electrónicos às empresas, sendo o custo suportado a 100% pela EDP. Este programa dirige-se ao sector do comércio e dos serviços e as empresas terão de se candidatar.Para os clientes residenciais está prevista a distribuição porta a porta de 500 000 lâmpadas economizadoras. A EDP vai ainda comparticipar a compra de 6500 frigoríficos eficientes, reembolsando o consumidor num valor máximo de até 34,6 euros.Um autocarro vai também percorrer o país, durante 2 anos, com o objectivo de promover medidas de eficiência energética junto da população.A eléctrica nacional tenciona também desenvolver junto das escolas básicas um projecto de informação sobre a eficiência energética.Empresas como a ADENE, a Quercus, a Universidade de Coimbra, o Instituto Superior Técnico e o Instituto do Ambiente juntaram-se à EDP nesta promoção.Em Parceria com a Quercus, por exemplo, a EDP vai divulgar na Internet, a partir de 29 de Junho, uma base de dados com os modelos de equipamentos mais eficientes no mercado."Quantos mais parceiros a EDP tiver para promover a eficiência energética, melhor", referiu Jorge Cruz Morais.O impacto global do programa vai ter um Eco muito significativo, permitindo reduzir em 150 mil toneladas as emissões de CO2 para a atmosfera nos próximos anos, e economizar mais de 400 mil MWh de energia, o que equivale ao consumo médio anual de mais de 100 mil famílias portuguesas, salienta o mesmo responsável.

XXX XX XXXX-XX, XXXXXXX-XX XXXX X XXXX XX XXXX-XX XXXX X XX.

sábado, março 17, 2007


A Mãe do Bode

terça-feira, março 13, 2007

Umoutro Sindicalismo

Diferente de um sindicalismo invertebrado ou corrupto.

http://www.youtube.com/watch?v=gvxQrBA_6lk

quinta-feira, março 08, 2007

Al Gore, o novo tele-evangelista

Está nas bancas o DVD do documentário “Uma Verdade Inconveniente” apresentado por Al Gore e premiado recentemente com um óscar. Utilizando os seus contactos privilegiados, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos da América apresenta o problema do aquecimento global de forma clara e precisa, dando-nos um instrumento importante para despertarmos consciências adormecidas. Aconselho, portanto, o seu visionamento a todos os que pretendem informar-se melhor sobre as consequências da emissão de Gases de Efeito de Estufa na atmosfera para a vida na terra.Dito isto, temos que esclarecer um ponto: Al Gore não é um ecologista. Tal como Bill Clinton, trata-se apenas de alguém que conseguiu atingir um estatuto que lhe permite viajar pelo mundo num jacto particular e cobrar 200 000 dólares por uma conferência onde os jornalistas (que também pagam generosamente pela sua comparência) são impedidos de fazer perguntas ou de o interpelar. Os milhões que consegue angariar nestas conferências servem para financiar a sua vida de luxo: segundo o Tenesee Center for Policy Research a sua maior mansão (Gore tem três), localizada em Nashville, consome mais de 20 vezes electricidade que a média nacional americana, registando ainda um consumo extravagante de gás natural.A estas acusações, Gore responde que anula o impacto negativo do seu estilo de vida no meio ambiente investindo em mecanismos de compensação das emissões, seguindo a lógica neo-liberal presente no comércio de emissões ao abrigo do Protocolo de Quioto. Gore está, portanto, a se coerente com os seus princípios. A sua mensagem baseia-se na ideia de que o aquecimento global pode ser travado dentro do actual modelo civilizacional. Não há necessidade de lutar contra o consumismo, os interesses dos grandes industriais, a utilização desenfreada do automóvel ou o esbanjamento de recursos naturais. Tudo o que temos que fazer é tomar algumas simples medidas, sugeridas no sítio do filme, como usar lâmpadas de poupança ou reduzir a utilização do automóvel. Caso as nossas emissões de dióxido de carbono (CO2) sejam realmente elevadas, podemos sempre redimir-nos dos nossos pecados comprando direitos de emissão.Al Gore é assim hoje o rosto visível de um negócio multimilionário montado em torno da pretensa defesa do meio ambiente, aproveitando-se da ingenuidade dos ambientalistas. Não o preocupa as consequências ecológicas das múltiplas guerras que apoiou enquanto vice-presidente (listagem aqui), ou o efeito das radiações provocadas pelo bombardeamento massivo do Iraque e da Jugoslávia com bombas de urânio empobrecido (descrito neste vídeo do exército dos EUA). Não o preocupa que o mundo dito civilizado se encontre de tal forma dependente do petróleo que gaste biliões de dólares em políticas neo-colonialistas para controlar este precioso recurso. Não o preocupa a pobreza extrema em que se encontra 2/3 da população mundial ou o facto de os países mais pobres serem forçados a recorrer a tecnologias poluentes para suprirem as suas necessidades energéticas. O novo tele-evangelista apenas se preocupa em juntar o Jet-7 em encontros milionários ou em promover mega-eventos como o “Live Earth”, que juntará artistas em nos sete continentes (incluindo a Antártida!), sem se preocupar com a pegada ecológica dessas iniciativas.É contra esta visão reducionista do problema do aquecimento global que o jornalista do “Guardian” George Monbiot escreveu o livro “Heat: How to Stop the Planet Burning”. Podem encontrar um resumo do livro no sítio oficial.
(Texto publicado originalmente no Ecoblogue do Blocomotiva).

terça-feira, fevereiro 27, 2007

ZECA AFONSO

Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o pão que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é acordar a malta
O que faz falta
Quando nunca a infância teve infância
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dança
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é empurrar a malta
O que faz falta
Quando um cão te morde a canela
O que faz falta
Quando a esquina há sempre uma cabeça
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto é tudo treta
O que faz falta
O que faz falta é agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta é libertar a malta
O que faz falta
Se o patrão não vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta é dar poder a malta
O que faz falta

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

A FOLHA DE COUVE DA CASA DO POVO DO PICO DA PEDRA

Manchando o nome de um boletim homónimo, entretanto desaparecido na freguesia, a actual direcção da Casa do Povo publica uma folha de couve que no seu número 122, do corrente mês de Fevereiro, apresenta uma preocupação com o que se passa na freguesia das Furnas e com o "risco de (se) perder toda a credibilidade" por parte dos Amigos dos Açores.
Por se tratar de uma questão de "lana caprina", tentarei responder à letra ao escriba da nota intitulada "Poda radical" ou ao presidente da referida instituição já que a mesma não vem assinada.
Deixando de parte a questão técnica das podas, vamos ao que interessa:
Em primeiro lugar é injusto afirmar que "é mais fácil "malhar" numa Junta de Freguesia do que numa Secretaria Regional" pois, segundo é do meu conhecimento o ofício dos Amigos dos Açores a criticar a pseudo poda realizada, na Avenida da Paz, foi dirigido ao Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, entidade que era suposto ser a responsável pelo atentado. Apenas foi dado conhecimento ao sr. Presidente da Junta de Freguesia do Pico da Pedra e só soubemos, posteriormente, através de notícia publicada no jornal Açoriano Oriental e através de gentil ofício do sr. Presidente da Junta que foram responsabilidade desta as podas já referidas.
Em segundo lugar não é o presidente da Casa do Povo a pessoa mais indicada (ou é?) em falar em perda de credibilidade. Não será por isso que a Casa do Povo tem o número reduzido de sócios que tem?
Termino, afrimando que o Presidente da Casa do Povo perdeu uma boa oportunidade para estar quieto e calado, já que a nota publicada na rúbrica "Radar", para além de infeliz não acertou no alvo.
Pico da Pedra, 15 de Fevereiro de 2007
Teófilo Braga

sábado, fevereiro 03, 2007

ECD - Não se pode dar «cheques em branco» !

Não se pode dar «cheques em branco». Se quisermos uma
verdadeira negociação com verdadeiros representantes
do grupo profissional, temos primeiro de assegurar que
temos um controlo total sobre as negociações. Os
negociadores devem ser eleitos em plenário, os
sindicalistas eleitos devem comprometer-se em relação
aos pontos que as assembleias que os elegeram
consideram de princípio, quais os pontos negociáveis e
como, em que sentido devem sê-lo. Caso contrário,
assistimos sempre à mesma tristeza. O epílogo é sempre
o mesmo. A «classe» é «incapaz» de fazer valer as suas
justíssimas razões por culpa de uns dirigentes que se
eternizam e que têm mais preocupação em dar a ilusão
de que são «úteis» aos profissionais que dizem
representar.

O Estatuto da Carreira Docente* (ECD) foi sujeito a um
processo de revisão, tendo o Ministério da Educação
apresentado uma proposta aos sindicatos do sector, em
Maio de 2006. O prazo extremamente curto de discussão,
com os exames e as férias a aproximarem-se, tornou
muito desfavorável uma resposta dos sindicatos. No
entanto, não houve sequer uma tentativa séria e
generalizada de discutir a fundo nas escolas o seu
conteúdo, coisa que só poderia ser feita por
iniciativa dos sindicatos existentes, pois são eles
que têm o direito de convocar tais reuniões, ao abrigo
da lei laboral. Em Setembro/Outubro sucederam-se
manifestações e uma greve, que não vieram colocar em
xeque a posição do Ministério, o qual estava
determinado a ir para a frente, com ou sem a
assinatura dos sindicatos. Sentaram-se estes à mesa
negocial, como bons alunos, embora o documento de
partida não fosse realmente uma base negocial
aceitável. Porém, dado o grande descontentamento dos
docentes, os sindicatos foram pressionados a assumir
posições de princípio comuns e a realizar algumas
manifestações (meramente simbólicas) unitárias.
Autoritariamente, em Dezembro de 2006, o governo
aprovou sozinho o novo ECD, sem que nenhum dos 14
sindicatos do sector aceitasse assiná-lo. Este foi
publicado em Janeiro de 2007.

Face à recusa da TOTALIDADE dos sindicatos em
subscrever o ECD, não havendo acordo negocial, a luta
deveria continuar e até aprofundar-se após a sua
promulgação. Negociar a sua regulamentação é DAR, DE
MÃO BEIJADA, «razão» aos senhores do governo...
Logicamente, eles dirão: "o ECD afinal, não era assim
tão mau, a prova é que os sindicatos estão sentados a
negociar a sua regulamentação"!

(*) Neste ECD, instaura-se a categoria de «professor
titular» contingentada, isto é, apenas 30% dos
docentes dum estabelecimento podem aceder a esta. A
avaliação do desempenho do docente vai incluir
parâmetros como as taxas de sucesso ou insucesso dos
alunos: ninguém quererá ensinar turmas com fracos
resultados, em geral, alunos carenciados. As piores
escolas serão desertadas pelos professores com maior
ambição: vai aumentar o fosso entre «boas» e «más»
escolas. Em termos gerais, este ECD, ao aumentar a
desigualdade, as injustiças e a frustração, não vai
contribuir em nada para o melhor desempenho dos
docentes.

Núcleo de Educação da ACInterpro

sábado, janeiro 27, 2007

O SPRA E ÁLAMO MENESES


[retirado de http://www.saladosprofessores.com/postp73455.html#73455 ]

A propósito do processo de redacção do ECD na versão açoriana, o
relato de um membro, que testemunhou o comportamento incrível dos
«dirigentes» do «sindicato» local SPRA.
Este tipo de relações «incestuosas» entre o poder político e as
cúpulas sindicais é crónico (também no continente) e é uma das razões
da ineficácia das lutas e do constante desrespeito pelo sentir das
bases.
Se isto não faz desviar alguém, que sabe o que é sindicalismo A SÉRIO,
desses falsos sindicatos, não sei o que será preciso mais...
Manuel


Que grandes palhaços !!!

Vocês sabiam que em Outubro de 2006 o presidente (Armando Dutra) do
maior sindicato açoriano (SPRA) teve o desplante de convidar para um
plenário desse sindicato o secretário regional da educação (que é o
equivalente a um ministro da educação para os açores). Pois é o tal
secretário regional da educação (Álamo de Meneses) que em Janeiro de
2002, à laia de Hitler, implantou um regime de concursos xenófobo que
entretanto também se generalizou á Madeira. Este artista segue a linha
de pensamento de pessoas como : José Sócrates ou Mª de Lurdes
Rodrigues com a diferença de ter um pouco menos de vergonha na cara.

Só para terem uma ideia este secretário regional da educação (Álamo de
Meneses) já chegou a dizer em reuniões com sindicatos coisas como :

1) "Quem não está satisfeito não venha trabalhar para cá !!! "

2) "Não lhe agrada esta ou aquela norma do ECD ? mas olhe que não
faltam pessoas que querem ser professores !"

3) Relativamente ao regime de faltas , atestados etc disse : "Até nos
internamentos eu hei-de meter a unha "


Quanto ao ECD para os Açores que não hajam ilusões é a mesma Mer... e o
processo negocial também !!! ou seja: é inexistente e pelos vistos o
secretário regional da educação (Álamo de Meneses) já anda a manipular
os sindicatos pela pessoa do Sr Armando Dutra, que agora já o convida
para plenário sindicais. HAJA VERGONHA !!!

Falta explicar o que aconteceu no referido plenário. Sim, afinal o que
faz um secretário regional da educação num plenário sindical ? Fez o
que todos os políticos fazem quando lhe surge muita gente pela frente:
"política essencialmente". Mas não foi uma política qualquer, os
nossos políticos estão a desenvolver um novo estilo de fazer política
e o ataque aos funcionários do estado faz parte da estratégia. De uma
forma mais ou menos explicita este bicho teve a lata de deixar
mensagens neste plenário do género :

1) não julguem que aqui o ECD vai ser diferente !!! ;

2) os professores trabalham pouco ;

3) os professores faltam muito "é uma vergonha a quantidade de
atestados que sujem colados às férias de Natal" ;

etc

Ou seja para além de fazer política gozou claramente na cara dos
presentas.

Bem e querem saber a melhor... a generalidade dos professores ouviu e
aplaudiu ...


É caso para dizer: « têm o que merecem !!!» (e aqui não posso dizer
"temos" porque eu demarco-me claramente deste tipo de palhaços e
palhaçadas).

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Para combater o aquecimento global, Chile abole a gravata

Autoridades chilenas instruíram os funcionários públicos a não usar paletó e gravata, para que os escritórios possam poupar energia no ar condicionado. O governo espera que a iniciativa privada siga o exemplo, disse a vice-ministra da Economia, Ana Maria Correa. O Chile é um país de sociedade conservadora, onde os homens normalmente vestem-se de modo formal para trabalhar.

De acordo com o governo, 215.000 aparelhos de ar condicionado foram importados desde 1997 e, no verão, podem responder por até 60% do consumo de energia em locais de trabalho.

O plano contra a gravata e o paletó veio da Comissão de Eficiência Energética do governo.

"Recomendamos que os homens deixam de lado os paletós e gravatas", disse o diretor do grupo, Nicola Borregaard. "Esperamos que todos os setores sigam a recomendação, para que se torne hábito nacional".

O maior grupo privado do Chile, a Sociedade de Desenvolvimento Industrial, uniu-se à iniciativa. Depois de comunicar o fato, o presidente do grupo, Bruno Phillippi, tirou a gravata. (AP/ Estadão Online)

PS- Não sei como seria se esta medida cá chegasse. São tantos os monges que a usam por ou para se fazerem importantes que ....

domingo, janeiro 21, 2007





Lavradores irresponsáveis mancham o nome da sua classe.

Por mais que Jorge Rita, presidente da Associação Agrícola de S. Miguel afirme o ambientalismo dos lavradores, os factos desmentem o seu "sonho". A prova está por toda a ilha. A título de exemplo, aqui deixamos imagens tiradas, no passado dia 20 de Janeiro de 2007, na zona da Batalha, mais propriamente na Canada da Palangana e ao lado do Pico do Cascalho.

Peregrina é também a sua proposta para o Governo pagar aos lavradores para limparem as pastagens. No seu dizer seria um reforço para o seu rendimento.

Estes devem, no meu entender, ser responsáveis pela correcta gestão dos resíduos que produzem. Para isso os responsáveis governamentais e autárquicos devem proporcionar todas as condições para tal, não se demitindo das suas responsabilidades.

O rendimento dos lavradores deve provir da matéria prima que produzem: carne e leite que deverão ser pagos a um justo preço.

Pico da Pedra, 21 de Janeiro de 2007

Teófilo Braga

domingo, janeiro 14, 2007

ESTUDO CIENTÍFICO DEMONSTRA

POSSIBILIDADE DE GARANTIR A SEGURANÇA DOS RESÍDUOS NUCLEARES NÃO É MAIS DO QUE UMA MIRAGEM


Esta semana, em resultado da publicação por parte da UE de um pacote de medidas estratégicas na área da energia e alterações climáticas, a energia nuclear voltou a ser notícia. Poucos dias após essa apresentação, um estudo publicado na reputada revista científica Nature vem demonstrar cabalmente as fragilidades e riscos desta forma de energia, nomeadamente, quanto à possibilidade de se conseguir garantir a segurança dos resíduos nucleares.

Segundo o estudo agora publicado, que se centrou num dos materiais candidatos para a construção de contentores de armazenamento de longa duração de resíduos nucleares, (um composto à base de zircónio), a radiação emitida por estes resíduos pode alterar de forma significativa a estrutura do material do contentor de tal modo que, contrariamente aos 250.000 anos esperados para a sua estabilidade, não mais do que 1400 se podem agora antever.

A IMPORTÂNCIA DESTE ESTUDO
- A fragilidade do material foi exposta porque se utilizaram técnicas que permitem analisar o impacto real deste tipo de resíduos perigosos nos materiais, ao passo que até agora os métodos utilizados se têm centrado, essencialmente, em cálculos e modelações por computador. A técnica utilizada nesta experiência denomina-se espectroscopia por ressonância magnética nuclear (nuclear magnetic resonance spectroscopy). (1) A segurança dos materiais pensados para conter os resíduos é, assim, uma área longe de estar estabelecida.

- Os resultados demonstram claramente que a degradação dos materiais pode ocorrer muito mais rapidamente do que o esperado colocando sérios riscos para as gerações futuras. Convém relembrar que estes resíduos manter-se-ão perigosos por vários milhares de anos. Será assim aceitável que se continue a apostar numa forma de energia que produz resíduos cuja contenção em segurança ninguém consegue garantir?

- Até agora, o debate em torno do armazenamento de resíduos nucleares tem estado centrado nas características geológicas dos locais que poderão um dia vir a acolher os depósitos a grande profundidade deste tipo de resíduos. Para além dos enormes desafios que se conhecem nesta área, este estudo vem demonstrar que há outras áreas fundamentais para o debate, como a que se refere às formas como os resíduos poderão ser acondicionados em segurança.

NUCLEAR NÃO OBRIGADO
Os perigos que rodeiam a produção de energia nuclear são inegáveis e reconhecidos pela própria União Europeia ao decidir apoiar financeiramente investigação na área da segurança das centrais e dos destinos para os resíduos nucleares, ainda que estejamos a falar de uma tecnologia que apresenta estas externalidades desde o seu início, há cerca de 50 anos atrás.

O facto é que até agora não foram encontradas soluções que satisfaçam os decisores políticos, que continuam a aceitar desviar fundos que poderiam ser aplicados em soluções sustentáveis (como e eficiência energética e as energias renováveis), na tentativa de garantir condições mínimas de segurança que possam assegurar a aceitabilidade desta tecnologia. Contudo, a realidade demonstra claramente que a energia nuclear não é uma opção para os europeus e, em particular, para os portugueses que, no mais recente Eurobarómetro (2) sobre a temática da energia, demonstraram claramente que esse não é o caminho desejado em termos de política energética.

Dados como os agora apresentados na Revista Nature só vêm dar razão à perspectiva dos cidadãos e de todos aqueles que consideram que o nuclear não é uma solução viável e aceitável.

Lisboa, 13 de Janeiro de 2007

A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Para mais esclarecimentos contactar: Susana Fonseca: 937788471 ou Francisco Ferreira: 937788470


(1) http://www.nature.com/news/2007/070108/pf/070108-6_pf.html - “Canned nuclear waste cooks its container - Estimates of radiation damage to materials have been too low” (10 de Janeiro 07)

(2) http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_262_en.pdf - Energy Technologies – Knowledge, Perception and Measures (Janeiro 2007)

Referência do artigo
Ian Farnan – Universidade de Cambridge
Herman Cho e William J. Weber – Pacific Northwest National Laboratory – Washington
“Quantification of actinide -radiation damage in minerals and ceramics”
Nature, 445, 190-193 – Janeiro de 2007

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Quercus e ONGAs europeias FRUSTRADAS com propostas da Comissão Barroso hoje divulgadas sobre energia e alterações climáticas

As implicações para Portugal


A Comissão Europeia apresentou hoje um conjunto de 24 documentos enquadrando a estratégia europeia para a energia e alterações climáticas. Entre os documentos inclui-se a definição política pós-2012 no que respeita às alterações climáticas, em particular a proposta de meta europeia de redução de gases de efeito de estufa para 2020 tendo por base o ano de 1990, o caminho a seguir em termos de energias renováveis, a aposta no suposto “carvão limpo”, a energia nuclear e ainda o uso de biocombustíveis.

Na opinião da Quercus, a estratégia agora apresentada não assegura a necessária redução de emissões, não conduzindo a Europa a um futuro mais seguro do ponto de vista energético devido ao continuar da dependência face aos combustíveis fósseis, com metas fracas e políticas que são insuficientes e em muitos casos não vinculativas.


Comissão opta por “demasiados vintes”, quando números maiores são necessários.
Metas para o ano 2020: 20% de redução de emissões de gases de efeito de estufa em relação a 1990, 20% de energia primária de fontes renováveis, aumento de 20% de eficiência energética.

Clima

A proposta da Comissão Europeia aponta para uma redução de 20% das emissões de gases de efeito de estufa por parte da União Europeia entre 1990 e 2020, podendo atingir os 30% se houver um comprometimento ao mesmo nível por parte de outros países fora da Europa. Actualmente a União Europeia tem em vigor, de acordo com o Protocolo de Quioto, uma redução de 8% entre 1990 e o período 2008-2012.

Uma redução unilateral por parte da União Europeia de 30% para o ano 2020 em relação aos níveis de 1990 é absolutamente indispensável por razões de protecção do clima, indicadas nomeadamente por recentes dados apresentados pelo Relatório Stern e pelo Painel Intergovernamental das Alterações Climáticas e defendidas pela própria União ao considerar que é imprescindível garantir que o aumento da temperatura á escala global não ultrapassará os 2 graus centígrados. Qualquer outra meta é inaceitável porque não obriga à mudança de paradigma no uso da energia e no desenvolvimento das tecnologias mais amigas do clima para as tornar mais baratas à custa de mais inovação. Um forte objectivo de redução das emissões de gases de efeito de estufa daria à comunidade internacional evidências da seriedade com que a União Europeia encara o problema das alterações climáticas e mostraria a sua liderança nesta matéria. Um dos aspectos relevantes a prosseguir prende-se com a necessidade de políticas e medidas obrigatórias e não voluntárias, nomeadamente as da estratégia energética, para se atingir as metas propostas.

Renováveis

A meta de atingir 20% de energia primária no ano 2020 (há uma meta intermédia já em vigor de 12% para 2012) é claramente insuficiente do ponto de vista ambiental e de uma maior independência / segurança de abastecimento da Europa.

A Quercus considera que a Europa deverá ter uma meta de 25% de energia primária gerada a partir de fontes renováveis, sendo esta meta dividida em objectivos sectoriais consistentes com o objectivo global nas áreas da electricidade, transporte e aquecimento e arrefecimento, dado que a natureza dos sectores e os agentes envolvidos são específicos e merecem abordagens diferenciadas. Os objectivos devem ser obrigatórios por país de modo a que o objectivo europeu consiga efectivamente ser cumprido. Infelizmente, a Comissão apenas apresenta um objectivo global e nenhum sectorial, fixando apenas uma meta de 10% para o caso dos biocombustíveis.


Combustíveis fósseis

A Comissão Europeia considera que deve ser feita uma aposta no carvão para produção de electricidade que é actualmente a fonte combustível mais poluente e ineficiente, tendo por base a aposta na captura e armazenamento de carbono, facto que é muito questionado pelas associações de ambiente que consideram que a tecnologia precisa ainda de um forte desenvolvimento para se garantir que funciona e que é economicamente viável e é um risco colocar-se como prioritária porque vai retirar recursos financeiros que deveriam ser direccionados para as energias renováveis e conservação de energia. A discussão do fim da subsidiação aos combustíveis fósseis, nomeadamente ao carvão, não merece o protagonismo merecido. A segurança de abastecimento garante-se não á custa de elevadíssimos investimentos em infraestruturas associadas aos combustíveis fósseis mas sim com uma maior aposta na mudança de paradigma energético.


Energia nuclear

A Comissão Europeia esclarece não ter uma estratégia europeia para a energia nuclear dada a controvérsia que envolve, deixando aos Estados-Membros a decisão do caminho a seguir. A Quercus e as demais associações ambientais europeias continuam a considerar que a energia nuclear é cara e perigosa e por isso deve ser continuado o caminho do desmantelamento de centrais a ser já seguido por diversos países como a Suécia, Alemanha ou a Espanha.


As implicações para Portugal

Os principais aspectos, mesmo com as metas propostas pela Comissão aquém do desejável, têm implicações muito relevantes para Portugal:

- Portugal, de acordo com um Programa Nacional paras as Alterações Climáticas que a Quercus considera demasiado optimista e que não está a ter o sucesso desejável em termos de implementação, aumentará 33% as suas emissões a nível interno em relação a 1990, isto é, 6% acima da meta de 27% fixada, tendo de recorrer a outros mecanismos previstos no Protocolo de Quioto para garantir o cumprimento; com uma meta Europeia de redução mais exigente, as dificuldades e os custos de cumprimento serão muito maiores e têm que ser pensadas desde já, nomeadamente em termos de política energética;

- A política energética em Portugal tem um enorme potencial para se apostar em energias renováveis e ainda mais em conservação / poupança de energia e eficiência energética na medida em que temos crescido demasiado em termos de consumo face ao crescimento da nossa riqueza, sendo em grande parte esse crescimento resultado de um desperdício que tem de ser evitado;

- Portugal NÃO TEM uma verdadeira estratégia nacional para a energia, e tem cometido vários erros nos últimos meses ao apostar numa gestão da oferta nomeadamente apostando em quatro grandes centrais a gás natural, não desburocratizando o acesso às renováveis e promovendo a micro-geração, e ao contrário de uma política pró-activa tem navegado ao sabor dos preços do petróleo.

- O debate sobre o recurso à energia nuclear, no qual a Quercus não tem deixado de participar, deixou claro que os custos, a oportunidade, as implicações ambientais, não justificam esta opção para Portugal. No primeiro eurobarómetro sobre a percepção do público sobre questões energéticas cujos resultados foram recentemente anunciados em Bruxelas, apenas 12% dos portugueses são favoráveis à energia nuclear, ocupando Portugal o 6º lugar dos mais cépticos em relação a esta forma de energia.



De propostas a medidas assumidas

É fundamental perceber-se que os anúncios hoje efectuados são apenas propostas que os Estados Membros deverão agora aceitar ou modificar até à sua efectiva implementação, estando prevista essa discussão para o Conselho da Energia (com os Ministros da Energia a 15 de Fevereiro), no Conselho do Ambiente (com os Ministros do Ambiente a 20 de Fevereiro) e depois ratificadas no Conselho da Primavera pelos Primeiro-Ministros a 8 e 9 de Março deste ano. Ao nível das metas de redução de emissões, as negociações a terem lugar á escala internacional, nomeadamente as previstas para Bali na Indonésia na próxima Conferência das Nações Unidas sobre Clima em Dezembro de 2007, poderão ainda ter um desfecho diferente.


Lisboa, 10 de Janeiro de 2007

A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza